Ampliação da gratuidade da taxa, antes de três meses, é parte da estratégia do banco de se adaptar para crescimento da adoção do Pix no varejo
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Publicado em
19 de abril de 2021
Os pagamentos feitos com Pix de pessoas para empresas têm avançado no país. Segundo o Banco Central, o número de transações Pix de pessoas físicas para pessoas jurídicas cresceu 148% no primeiro trimestre deste ano, passando de 14,1 milhões, em janeiro, para 35 milhões em março. O número de transferências e pagamentos entre pessoas físicas, avançou 82% neste período.
A tendência é que o crescimento se acelere nos próximos meses, segundo Philippe Katz, CEO da PayGo, empresa de meios de pagamento do C6 Bank. A empresa, que oferece a maquininha C6 Pay, permite o pagamento por Pix no equipamento desde novembro de 2020.
A meta da PayGo é ganhar espaço nos pagamentos com a nova tecnologia. E uma das estratégias para atrair as empresas é a adoção de uma política de preços agressiva. A PayGo ampliou de três meses para dois anos a isenção de tarifa nas transações com Pix, para clientes que recebem as vendas pela conta do C6 Bank. Passado esse período, o varejista terá direito a 100 transações gratuitas por mês e a partir do 101º pagamento, cada transação terá um custo de R$ 0,15. Hoje, alguns bancos têm cobrado de 1,2% a 2% do valor das vendas feitas com Pix.
Outra aposta da companhia é uma ferramenta de conciliação das transações, em que o empreendedor pode conferir o fluxo financeiro que chega via Pix e por cartões no portal do cliente, sem custo adicional.
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