• Início
  • Economia
  • Resumo semanal: Fed inicia discussões sobre cortes de juros

Leitura de 15 min

Resumo semanal: Fed inicia discussões sobre cortes de juros

Confira as principais notícias da semana, segundo a avaliação da equipe econômica do C6 Bank

Atualizado em

Confira as principais notícias da semana (11/12-15/12), segundo a avaliação da equipe econômica do C6 Bank. Leia a íntegra do relatório.

Internacional

Estados Unidos: Fed sinaliza juros menores em 2024

O banco central americano (Federal Reserve – Fed) manteve os juros em 5,25% a 5,5% ao ano pela terceira vez consecutiva – maior patamar em mais de 20 anos. A decisão veio conforme o esperado e o comunicado teve poucas alterações: a instituição mencionou a desaceleração do crescimento econômico, um mercado de trabalho menos aquecido e uma inflação perdendo força, apesar de ainda elevada. Foi mantido no texto a possibilidade de mais aperto de juros se necessário. Contudo, a mensagem mais relevante veio com a divulgação do Resumo das Projeções Econômicas (SEP, na sigla em inglês), que mostrou que os membros do comitê não preveem mais altas de juros e esperam três cortes em 2024 (antes eram dois), com expectativa de um crescimento pouco menor da economia, acompanhado de uma inflação mais baixa. Na coletiva de imprensa, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que é cedo para declarar vitória sobre a inflação, apesar do progresso já alcançado. No entanto, Powell acrescentou que discussões sobre cortes de juros foram iniciadas e ponderou que estão cientes dos efeitos negativos de manter os juros elevados por muito tempo.

Em nossa visão, a sinalização do Fed coloca em risco a trajetória de desaceleração da inflação. A atividade econômica continua forte, a inflação tem se mostrado persistente e o desaquecimento do mercado de trabalho está apenas no início. Contudo, depois do comunicado, antecipamos nossa expectativa sobre o início do ciclo de corte de juros para a partir de meados de 2024, com alguma chance de acontecer antes. Continuamos acreditando que os cortes devem ocorrer de forma gradual, em razão de uma inflação que deve demorar a ceder.

A inflação segue persistente. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,1% em novembro frente ao mês anterior, de acordo com o Departamento do Trabalho. O núcleo do índice (exclui alimentos e energia) registrou aumento de 0,3%. Na composição, a inflação de bens continua em queda pelo sexto mês consecutivo e não causa preocupações, mas a inflação de serviços, que representa mais de 73% do núcleo, segue pressionada pelo mercado de trabalho aquecido, que eleva os custos de produção. Em 12 meses, o núcleo do CPI subiu 4%, mesmo aumento do mês anterior, permanecendo ainda bem acima da meta. Outro relatório do Departamento do Trabalho mostrou que o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) permaneceu estável em novembro. Nos últimos 12 meses, o PPI acumula alta de 0,9%, ritmo similar ao período pré-pandemia.

Em relatório semanal, os pedidos iniciais de seguro-desemprego continuam em níveis baixos para padrões históricos, em 202 mil na semana encerrada em 9 de dezembro, 19 mil abaixo da semana anterior revisada.

O índice de otimismo das pequenas empresas, medido pela Federação Nacional de Empresas Independentes (NFIB, na sigla em inglês), diminuiu 0,1 ponto para 90,6 em novembro e permanece abaixo do nível pré-pandemia. Segundo a pesquisa, um maior número de empresas planeja aumentar salários à frente.

Europa: BCE e BoE não falam em cortes de juros

A guerra entre Rússia e Ucrânia se estende pelo segundo ano. A União Europeia não chegou a um acordo sobre a ajuda financeira à Ucrânia de 54 bilhões de dólares, com dissidência da Hungria, e adiou a decisão para o início do próximo ano. Conversas sobre a entrada da Ucrânia no bloco econômico europeu devem ser iniciadas. O conflito segue sem perspectiva de fim próximo.

A produção industrial continua com tendência de queda. O índice contraiu 0,7% em outubro frente ao mês anterior com ajuste sazonal, depois de queda no mês anterior, segundo o Eurostat. O volume produzido está no menor nível em 3 anos.  Houve redução na produção das maiores economias do bloco: Alemanha (-0,4%), França (-0,3%), Itália (-0,2%) e Espanha (-0,5%).

O Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas de juros inalteradas, conforme esperado. Esta foi a segunda pausa seguida, depois de dez aumentos de juros desde meados de 2022. A taxa de depósito permaneceu em 4% ao ano – pico da série histórica. Em comunicado, o Banco justificou a manutenção com base nos dados recentes, que confirmam a avaliação anterior da instituição de que os juros mantidos nos níveis atuais por tempo prolongado terão contribuição significativa para levar a inflação à meta em tempo hábil. O comunicado manteve que decisões futuras continuam dependentes de dados, frase reforçada pela presidente do Banco, Christine Lagarde, durante a coletiva de imprensa. Lagarde também acrescentou que não foram discutidos cortes de juros, já que membros do comitê de política monetária acreditam que ainda tem um caminho a percorrer. Em nossa visão, os juros devem permanecer elevados por mais algum tempo.

A atividade continuou em retração em dezembro, de acordo com as prévias dos índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês). O índice composto, que considera o setor de manufaturas e serviços, diminuiu 0,6 ponto para 47 em dezembro, ficando abaixo do esperado, e permanecendo em território contracionista (abaixo da marca dos 50 pontos) pelo sétimo mês consecutivo. Demanda e produção continuaram fracas, principalmente em manufaturas. O emprego diminuiu em manufaturas, mas continuou subindo moderadamente em serviços. A inflação de custos diminuiu, mas preços de venda seguem pressionados. Entre as maiores economias do bloco, o PMI da Alemanha (46,7) e da França (43,7) decepcionaram, permanecendo em contração em ambos os setores. Em nossa visão, a região passa por uma recessão neste fim de ano.

No Reino Unido, a atividade contraiu no início do 3T (-0,3%) frente ao mês anterior, segundo o escritório nacional de estatísticas (ONS, na sigla em inglês). O dado mensal é mais volátil, portanto, vale considerar a variação dos últimos 3 meses que ficou estagnada. No mês de outubro, houve redução na produção industrial (-0,8%), serviços (-0,2%) e construção (-0,5%).  O mercado de trabalho continua dando sinais de moderação. Segundo o Departamento de Estatísticas Nacional do Reino Unido, nos três meses até outubro, a taxa de desemprego permaneceu em 4,2%, nível abaixo da média de 2019, e praticamente se estabilizou nesse patamar. Os ganhos médios por hora trabalhada desaceleraram de 8% para 7,2% nos três meses até outubro comparado com o mesmo período do ano anterior, mas seguem elevados. A demanda por trabalhador, indicador de vagas em aberto, segue diminuindo em ritmo lento, o que deve manter pressão sobre salários.

No entanto, indicador coincidente aponta expansão. A prévia do PMI continuou indicando crescimento (51,7 pontos), 1 ponto acima em relação ao mês anterior, puxada por serviços (52,7), que vieram melhor que o esperado, enquanto manufaturas (46,4) seguem em retração. Por dentro do indicador, a demanda continuou moderada, mas a produção segue fraca em manufaturas, com empresas reportando estoques de clientes elevados. As contratações diminuíram em ambos os setores e a inflação segue persistente, pressionada por salários elevados.

O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) manteve a taxa de juros em 5,25% ao ano – maior nível em 15 anos, conforme esperado. A pausa foi a terceira consecutiva depois de 14 aumentos. O BoE prevê estagnação da economia nos próximos trimestres. Na ata da reunião, o Banco manteve mensagens anteriores de que mais aperto na política monetária pode ser necessário se existirem evidências de continuidade na pressão inflacionária e de que a política restritiva deve continuar por tempo suficientemente longo para que a inflação retorne à meta no médio prazo, em linha com o mandato do Banco. O presidente do BoE, Andrew Bailey, falou que é cedo para discutir cortes de juros.  O BoE tem mantido o foco no mercado de trabalho, no crescimento de salários e na elevada e persistente inflação de serviços. Em nossa visão, os juros devem permanecer elevados por mais algum tempo.

China: líderes preveem política acomodativa em 2024

Esta semana, foi realizada a Conferência de Trabalho Econômico Central (CEWC, na sigla em inglês), um evento anual de dois dias que conta com a participação do presidente Xi Jinping. A conferência define a agenda econômica para o país, seguindo diretrizes do Politburo. De acordo com o comunicado, líderes mantiveram o tom pró-crescimento, enfatizando qualidade e estabilidade. A política deve ser acomodativa, sem grandes estímulos. O lado fiscal deve ser fortalecido e o monetário flexível, efetivo e orientado a certos objetivos. O foco continuará sendo o de promover tecnologia e inovação e incentivar o consumo. As metas quantitativas são usualmente definidas em março. A expectativa é que a meta de crescimento para o próximo ano seja “em torno de 5%”, como a de 2023.

A inflação ao consumidor contraiu mais em novembro, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas chinês (NBS, na sigla em inglês). Esta foi a segunda queda consecutiva, puxada pelos preços de alimentos e energia. O índice cheio encolheu 0,5% no acumulado de doze meses até novembro, e o núcleo do índice, que exclui alimentos e energia, subiu 0,6% no mesmo período. O fraco desempenho da inflação sugere uma demanda doméstica frágil. O índice de preços ao produtor (PPI) retraiu (-3%), com menor preço de energia no mercado internacional. Esta foi a décima quarta queda consecutiva.

A atividade apresentou sinais mistos em novembro. Ainda segundo dados divulgados pelo NBS, a produção industrial cresceu 6,6% no mês comparado ao mesmo período de 2022. As vendas no varejo decepcionaram, subiram 10,1% com base de comparação baixa. Os investimentos desaceleraram. No acumulado do ano até novembro, cresceram 2,9%, comparado ao mesmo período do ano anterior. Houve crescimento nos investimentos em manufaturas e infraestrutura, mas contínuo encolhimento dos investimentos imobiliários.

O setor imobiliário continuou fraco. A venda de casas novas continuou diminuindo em novembro comparado ao mesmo mês de 2022. O início de novas construções teve aumento modesto no mesmo período. Apenas as finalizações de construções iniciadas continuam com crescimento sólido, encorajadas pelo governo. Em novembro, pelo sexto mês seguido, os preços de casas nas 70 maiores cidades chinesas diminuíram, 0,37% contra o mês anterior.

A taxa de desemprego urbano tem ficado estável em 5% nos três últimos meses. O NBS parou de divulgar o desemprego por faixa etária em meio ao crescente desemprego entre jovens (16-24 anos).

O fluxo de crédito agregado subiu em novembro, mas segue fraco e veio abaixo do esperado. O volume total de crédito foi de 2,45 trilhões de yuans, segundo o Banco Central da China (PBOC, na sigla em inglês). O principal fator para o crescimento foi o aumento da emissão de títulos pelos governos. Empréstimos bancários decepcionaram no mês, com a desaceleração dos empréstimos de médio e longo prazo às empresas em meio a fraca confiança. O aumento da emissão de títulos públicos ocorreu depois da aprovação de maior déficit fiscal pelo Politburo, órgão de cúpula do partido comunista.

O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) manteve a taxa de juros de médio prazo em 2,5% ao ano, conforme esperado. O PBoC, no entanto, continua injetando liquidez no sistema financeiro para diminuir custos de empréstimos e prover suporte à economia.

Commodities: dólar perde força

O conflito entre Israel e o Hamas entrou no terceiro mês. Não houve impacto relevante nos mercados globais por enquanto, mas a atenção continua quanto a uma possível escalada do conflito na região, que é a maior exportadora de petróleo. A crise geopolítica pode demorar algum tempo.

O dólar perdeu força depois da comunicação do Fed, que reforçou expectativas de juros menores à frente. A trajetória da moeda americana, que era de valorização desde meados de julho frente às principais moedas, começou a inverter a partir de novembro com sinais de que o ciclo de alta de juros do Fed terminou. A desvalorização do dólar mais recentemente dá suporte aos preços de commodities precificados na moeda americana.

O preço do ouro ficou praticamente estável na semana, permanecendo 11% acima do registrado antes do início do conflito entre Israel e Hamas (6/10).

O preço futuro do petróleo (Brent) subiu 3,5% na semana de 7 a 14 de dezembro, fechando o período em 77 dólares por barril. O aumento do preço ocorreu depois de uma perda de valor do dólar, como explicado. Os fundamentos do mercado da commodity continuam frouxos, com ampla oferta no mercado internacional.

O preço futuro do gás natural na Europa segue baixo e recuou 13% na semana, com estoques elevados da commodity no continente europeu e temperatura amena, diminuindo a demanda por aquecimento. Desde o início do conflito entre Rússia e Ucrânia, o preço do gás natural já recuou e está menos da metade do preço de janeiro de 2022 (pré-guerra).

O preço futuro do trigo na Bolsa de Chicago cedeu 5% na semana de 7 a 14 de dezembro, com expectativa de maior exportação da Argentina, depois de uma desvalorização da moeda promovida pelo novo presidente Javier Milei. O preço do milho diminuiu 2% e da soja permaneceu praticamente estável no mesmo período.

Brasil

Focus: projeções estáveis

As projeções para o IPCA ficaram estáveis para 2023 (de 4,54% para 4,51%), para 2024 (de 3,92% para 3,93%), para 2025 (3,5%) e para 2026 (3,5%). Os números esperados para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) registraram alta para 2023 (de 2,84% para 2,92%), após a divulgação do PIB do 3T23, e ficaram estáveis para 2024 (de 1,5% para 1,51%). A taxa Selic permaneceu em 11,75% para 2023, em 9,25% para 2024 e em 8,5% para 2025 e 2026. As projeções estão no Boletim Focus, relatório do Banco Central que reúne a expectativa das instituições financeiras em relação aos principais indicadores econômicos do país.

Atividade: dados surpreendem negativamente em outubro

A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de outubro mostrou queda de 0,4% frente ao mês anterior no volume de vendas no comércio varejista ampliado, resultado pior do que o mercado projetava (0,3%). As maiores surpresas foram no segmento de atacado de produtos alimentícios, bebida e fumo, que foi introduzido na pesquisa neste ano e no segmento de veículos, motocicletas, partes e peças. Esperamos que o varejo fique de lado nos próximos meses.  

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de outubro mostrou que o volume de serviços contraiu 0,6% na comparação mensal após ficar estável em setembro. O dado veio abaixo das expectativas do mercado e da nossa projeção. O segmento de serviços prestados às famílias, que tem um peso relevante no PIB, registrou queda de 2,1% no mês. O setor de serviços deve rodar em ritmo fraco no final de 2023. Projetamos crescimento do PIB de 3% para 2023e de 1,5% para 2024, ambos com leve viés de queda. Para o quarto trimestre, esperamos uma leve contração em relação ao trimestre anterior.

Inflação: IPCA em linha com o esperado

O IPCA de novembro registrou alta de 0,28% – praticamente em linha com o que nós (0,31%) e o mercado (0,29%) esperávamos. Em 12 meses, o IPCA acumula uma alta de 4,68%, menor do que os 4,82% acumulados até outubro. A inflação de serviços segue elevada (6,1% em 12 meses) e deve continuar em patamar elevado devido ao mercado de trabalho aquecido. A inflação de bens industriais surpreendeu positivamente no mês, vindo abaixo do projetado, e contribuiu para um alívio nos núcleos do Banco Central. A média dos núcleos do Banco Central acumula alta de 4,6% em 12 meses. Projetamos IPCA de 4,5% para 2023 e de 5,5% para 2024.

A inflação medida pelo IGP-10 subiu 0,62% em dezembro, acima da mediana das projeções do mercado de 0,5%. O índice encerrou o ano com deflação de 3,6%. A composição dos índices de atacado mostrou o IPA agrícola com alta de 1,8% frente à expansão de 0,7% no mês anterior. O núcleo do IPA industrial – que inclui apenas os itens relacionados à inflação de bens industriais do IPCA, excluindo alimentos, combustíveis e minério de ferro – caiu 0,1%. Em 12 meses, o IPA agrícola está em -13,4% e o núcleo do IPA industrial em -2,5%.

Política monetária: Copom indica manutenção do ritmo de queda dos juros

O Banco Central do Brasil (BCB) reduziu a taxa Selic de 12,25% para 11,75% nesta quarta-feira (13). O Comitê de Política Monetária (Copom) continuou afirmando que “a conjuntura atual, caracterizada por um estágio do processo desinflacionário que tende a ser mais lento, expectativas de inflação com reancoragem apenas parcial e um cenário global desafiador, demanda serenidade e moderação na condução da política monetária”.

As projeções de inflação do BCB no cenário de referência (que considera juros de 9,25% ao fim de 2024 e de 8,5% ao fim de 2025) registraram leve queda, passando de 4,7% para 4,6% para 2023 e de 3,6% para 3,5% para 2024. A previsão para 2025 ficou estável, em 3,2%. As projeções de inflação situam-se acima da meta para 2024 e ligeiramente acima da meta para 2025.

O texto manteve o balanço de riscos inalterado e suavizou o risco relacionado ao cenário externo, afirmando que “o Comitê avalia que a conjuntura, em particular devido ao cenário internacional, segue incerta e exige cautela na condução da política monetária”. Além disso, o Copom retirou o trecho em que falava que a inflação seguia acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta e afirmou que “a inflação cheia ao consumidor, conforme esperado, manteve trajetória de desinflação, com destaque para as medidas de inflação subjacente, que se aproximam da meta para a inflação nas divulgações mais recentes”. Essa mudança indica que o Comitê está um pouco mais satisfeito com o grau de desinflação ocorrido.

O comunicado manteve o plano de voo ao seguir sinalizando que “em se confirmando o cenário esperado, os membros do Comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”. Ou seja, o texto sinaliza mais duas quedas de 50 pontos-base nas reuniões de janeiro e março, em linha com a nossa projeção. Projetamos Selic em 9,25% ao final de 2024. Aguardamos a ata da reunião, que será divulgada na próxima terça-feira (19), para termos mais detalhes sobre os rumos futuros da política monetária.

Equipe Econômica C6 Bank

Felipe Salles Head
Claudia Moreno Head Brasil
Claudia Rodrigues Head Internacional
Felipe Mecchi Internacional
Heliezer Jacob Brasil

Este relatório foi preparado pelo Banco C6 S.A.

Os números contidos nos gráficos de desempenho referem-se ao passado; o desempenho passado não é garantia de resultados futuros.

Cada analista de Macro Research é o principal responsável pelo conteúdo deste relatório e atesta que:

(i) todas as opiniões expressas refletem com precisão suas opiniões pessoais e eventual recomendação foi elaborada de forma independente, inclusive em relação ao Banco C6 S.A. e / ou suas afiliadas;

(ii) nenhuma parte de sua remuneração foi, está ou estará, direta ou indiretamente, relacionada a quaisquer recomendações específicas realizadas pelo analista.

Parte da remuneração do analista vem dos lucros do Banco C6 S.A. e / ou de suas afiliadas e, consequentemente, as receitas decorrem de transações mantidas pelo Banco C6 S.A. e / ou suas coligadas.

Este relatório foi preparado pelo Banco C6 S.A., uma instituição regulada por autoridades brasileiras.

O Banco C6 S.A. é responsável pela distribuição deste relatório no Brasil.