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C6 Bank/Ibope: para 60% dos internautas, Pix já é melhor que TED

Em pesquisa encomendada pelo C6 Bank, 92% conhecem o novo sistema de pagamentos e a maioria o considera seguro; adoção em massa está próxima

Atualizado em

A percepção dos brasileiros sobre o PIX e suas intenções de uso

Menos de uma semana após o lançamento, o Pix (sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central) já era considerado pela maioria dos internautas brasileiros (60%) melhor do que DOC e TED, transações bancárias tradicionais que tendem a ser substituídas pelo novo sistema. Os dados são de uma pesquisa encomendada por nós do C6 Bank ao IBOPEdtm. O estudo realizou entrevistas com 2 mil brasileiros, de todas as regiões do país, entre 18 e 24 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O Pix foi lançado oficialmente no dia 16 de novembro. Até o dia 3 de dezembro, foram realizadas 43 milhões de transações, que movimentaram R$ 40,5 bilhões. Segundo o Banco Central, 99,7 milhões de chaves foram cadastradas por 40,4 milhões de pessoas físicas e 2,5 milhões de empresas.

“Os números mostram que a adoção em massa é questão de tempo”, afirma Maxnaun Gutierrez, nosso head de produtos e pessoa física no C6 Bank. O que explica o rápido interesse da população, segundo ele, é a simplicidade, a praticidade e o baixo custo da tecnologia, que é totalmente gratuita para pessoa física. Até 18 de novembro, o Pix já estava plugado na plataforma de 735 instituições, dos grandes bancos, passando por várias fintechs, as carteiras digitais e cooperativas de crédito.

A pesquisa do IBOPEdtm também mediu a intenção de uso do novo sistema. Mais da metade dos entrevistados (56%) pretende utilizar o Pix para pagar contas de consumo, como telefone, água e luz, enquanto 45% querem usar para pagar produtos e serviços em estabelecimentos comerciais, o que poderá ser feito via leitura de QR Code na maquininha ou na tela do computador do caixa, por exemplo. Segundo o IBOPEdtm, 53% dos entrevistados vão preferir o Pix ao pagamento com cartão nas maquininhas.

Ainda de acordo com o levantamento, o Pix teve uma adesão maior no Norte, seguida pelo Sudeste. Apenas 8% dos entrevistados não conheciam ou não sabiam ao certo do que se tratavam as três letrinhas.

Entre as pessoas que já fizeram o cadastro no sistema, o percentual é maior entre os homens na faixa etária de 25 a 34 anos e nas classes AB. A adoção é questão de tempo, conforme indica o levantamento do IBOPEdtm: entre os que se cadastraram, 35% declararam que usarão o novo sistema em breve e um terço dos participantes disse que a decisão vai ocorrer à medida que obtiverem mais informações sobre o novo sistema.