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C6 Bank mira mercado de operações de câmbio

Banco saltou do 100º para o 22º lugar no ranking do Banco Central para operações de câmbio em um ano e quer ampliar sua presença no setor

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Foto da fachada do prédio do C6 Bank na Avenida Nove de Julho em São Paulo

Em um ano, desde que iniciou as operações de câmbio para grandes empresas, o C6 Bank saltou do 100º para o 22º lugar no ranking do Banco Central para esse tipo de operação, com um volume total de US$ 3,9 bilhões no acumulado do ano. O banco prevê reforçar sua presença nesse mercado com o lançamento, ainda neste semestre, de serviços voltados para importadores e exportadores.

Leandro Tondin, diretor da operação de câmbio do C6 Bank, afirma que o banco apostou em agilidade e desburocratização na prestação de serviços para se posicionar de forma competitiva tanto na mesa de câmbio para grandes empresas quanto nas transações para pessoas físicas no aplicativo do banco, que tem um serviço de conta internacional em dólar ou euro. O C6 Bank tem licença para operar como banco múltiplo desde janeiro de 2019.

Embora mercados como o de pagamentos e de investimentos já tenham mudado para abrir espaço para novos competidores, segmentos como o de crédito e câmbio tiveram parte de suas bases normativas fixadas na década de 1930. A Câmara dos Deputados aprovou em fevereiro o novo marco legal de câmbio, que prevê simplificação e modernização do mercado. O texto ainda passará por votação no Senado e pode abrir espaço para a entrada de novas empresas no setor.

“No Brasil, fazer câmbio sempre foi um processo lento. Nos próximos anos, o uso de tecnologia tem potencial para redefinir esse mercado”, diz Tondin.