Você sabe o que é diferimento fiscal? Entenda este benefício tributário

Saiba como o diferimento fiscal faz com que a sua carteira de investimentos trabalhe de forma ainda mais inteligente

Atualizado em

Pessoa vendo no celular a diferença que o diferimento fiscal pode fazer em na carteira de investimentos

Natália Maruyama

Tempo de leitura · 6 min

Publicado em

10 de fevereiro de 2023

Diferimento fiscal é um termo que pode assustar muitas pessoas. Mas não há motivo para temer. Na verdade, este é um benefício que pode fazer o seu dinheiro trabalhar de forma ainda mais inteligente na sua carteira de investimentos.

Em palavras simples,  este benefício tributário permite que o investidor adie o pagamento de Imposto de Renda sobre aplicações específicas, como é o caso da nossa C6 Global Invest ou da Previdência Privada.

Para explicar o que é o um ativo diferido e como aproveitar as vantagens, o C6 Bank preparou este texto. Nele, você encontrará respostas para as seguintes questões:

  • O que é diferimento fiscal?
  • Como o diferimento fiscal funciona?
  • Como aproveitar as vantagens do diferimento fiscal?
  • Qual a diferença entre diferido e isento?
  • Diferimento fiscal em previdência privada
  • Renda fixa em dólar com diferimento fiscal

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O que é diferimento fiscal?

Diferimento fiscal é quando você adia o pagamento do Imposto de Renda que deve por ter feito uma aplicação. Ou seja, o investidor posterga o acerto de contas com a Receita Federal e só o faz no momento do resgate do dinheiro.

E para entender o que torna essas aplicações tão vantajosas no longo prazo, precisamos saber como funciona a incidência de IR normalmente.

Em aplicações disponíveis hoje no mercado, como alguns tipos de fundos, há a cobrança do Imposto de Renda direto na fonte, ou seja, no dinheiro que está investido. Isto acontece em duas janelas anuais, uma ao final de maio e outra ao final de novembro. Sendo assim, a cada semestre o montante investido sofre com o que chamamos de come-cotas. No diferimento fiscal isso não acontece.

Como o diferimento fiscal funciona?

Como você leu acima, nos ativos diferidos ocorre o adiamento dos pagamentos de IR. Neste sentido, o investidor só sofrerá a incidência do imposto ao retirar o dinheiro do investimento. Assim, se você deixar o montante aplicado no longo prazo, é possível se beneficiar dos juros compostos.

Como aproveitar as vantagens do diferimento fiscal?

As vantagens são muito atreladas ao tempo no qual você deixa o seu dinheiro investido: quanto mais, melhor. Isso porque os juros sobre juros funcionam como uma bola de neve: quanto mais você deixa a sua aplicação rendendo, mais os juros incidem uns sobre os outros, ampliando os seus ganhos.

Portanto, se você investiu R$ 100 em um CDB com rendimento de 100% do CDI, ao final do ano, a base de cálculo não será mais apenas R$ 100, mas sim o valor inicial acrescido do rendimento. Então, quando os juros incidirem novamente, você verá o efeito dos juros sobre juros.

Agora, voltando para o raciocínio do diferimento fiscal: se o investimento sofre a incidência de IR normalmente, será necessário pagar impostos a cada resgate ou vencimento de ativos, o que diminui o montante total a cada “mordida”. Mas se ele for um ativo diferido, a cobrança acontecerá apenas uma vez. Logo, neste modelo, o montante só aumentará com o passar do tempo e é possível aproveitar melhor o que os juros compostos têm a oferecer.

Qual a diferença entre diferido e isento?

No caso do diferimento fiscal, você continuará pagando o Imposto de Renda, mas isto acontecerá apenas no momento em que você tirar o dinheiro da aplicação. Já um rendimento isento não sofre tributação do Imposto de Renda.

Diferimento fiscal em previdência privada

No caso da previdência privada, o grande ponto é que, ao investir na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) existe a possibilidade de diferimento de até 12% da renda bruta anual tributável que você declara no IR.

Ou seja: é possível pagar menos imposto, reinvestir a restituição e potencializar os ganhos com os juros compostos. Vale lembrar que quem adere a essa modalidade precisa indicar a previdência na declaração anual no modo completo para aproveitar o diferimento.

Renda fixa em dólar com diferimento fiscal

Assim como falamos da previdência privada, existem outras aplicações nas quais você pode aproveitar esse benefício tributário. É o caso do C6 Global Invest.

Pela plataforma de investimentos no exterior do C6 Bank, você pode investir em renda fixa em dólar e movimentar seus ativos quantas vezes quiser: enquanto mantiver o dinheiro dentro da estrutura, não precisa pagar IR. 

Para entender na prática a diferença que esse benefício pode fazer em uma carteira teórica, o C6 Bank criou um exemplo: veja o resultado de US$ 250 mil investidos em títulos de renda fixa com duração de 1 ano, ao longo de 5 anos, levando em consideração rentabilidade média de 5% a.a:

Além da renda fixa em dólar, com o C6 Global Invest você aplica em ações americanas e fundos do exterior em poucos toques, tudo pelo aplicativo do C6 Bank. E o melhor: com remessas mínimas a partir de US$ 500.

Se você quiser entender mais sobre o C6 Global Invest e ver todos os investimentos que pode fazer por lá, basta acessar:Renda fixa em dólar, ações americanas e fundos do exterior em poucos toques

Agora, você já sabe que o diferimento fiscal pode trabalhar ainda mais ao seu favor, melhorando a estratégia da sua carteira de investimentos. Não se esqueça que esta é uma aplicação que deve ser pensada no longo prazo e aproveite para investir no C6 Global Invest pelo aplicativo.

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Informações sobre os produtos e serviços do C6 Bank vigentes na data da postagem deste texto. As regras e condições de cada produto e/ou serviço podem ser posteriormente alteradas. Consulte os termos vigentes no momento da contratação pelo app.


Redatora

Natália Maruyama

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, atua com produção de conteúdo há mais de 8 anos, com 4 anos de experiência no mercado financeiro.

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