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Como investir na bolsa de valores? Guia para começar agora

Entenda quais são os investimentos disponíveis e como comprar ações de acordo com o seu perfil e objetivos

Atualizado em

Equipe C6 Bank

Tempo de leitura · 14 min

Publicado em

28 de julho de 2025

Aprender como investir na bolsa de valores pode ser mais fácil do que você imagina. Afinal, esse é um mercado com oportunidades para pessoas com diferentes perfis e tempo de experiência. E o melhor: não é preciso muito dinheiro para começar, já que existem ativos que permitem operar com pouco.

Devido às várias oportunidades que oferece, a quantidade de pessoas físicas na bolsa cresce a cada ano. No segundo trimestre de 2026, por exemplo, eram 5,7 milhões de investidores em renda variável, com aumento de 7% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a B3.

E para fazer parte dessa estatística, leia até o final e confira o que é a bolsa de valores, os produtos disponíveis e os custos e os riscos dessas operações. Também separamos as estratégias para os iniciantes começarem mais confiantes. Boa leitura!

Principais aprendizados deste artigo

  • Para saber como investir na bolsa de valores, você deve investir em conhecimento sobre renda variável, cada tipo de produto e o mercado econômico e geopolítico.
  • A bolsa de valores é o ambiente de negociação de ativos de renda variável, como ações, ETFs, FIIs e BDRs.
  • Investir na bolsa exige conta em uma instituição financeira autorizada, avaliação do perfil de investidor e recursos disponíveis.
  • Ações, ETFs, FIIs e BDRs apresentam características diferentes de rendimento, liquidez e risco.
  • Buy and hold, dividendos e diversificação são estratégias usadas na renda variável.

O que é a bolsa de valores?

Bolsa de valores é o ambiente em que são negociados diversos ativos financeiros de renda variável, como ações, ETFs, fundos imobiliários e contratos futuros. No Brasil, a principal infraestrutura desse mercado é a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), onde você pode comprar e vender ativos por meio de instituições e bancos autorizados.

Ou seja, a bolsa de valores vai muito além da negociação de ações. Esse mercado de capitais oferece diferentes alternativas de investimento, com características, riscos e objetivos distintos.

Ao comprar uma ação, por exemplo, você adquire uma pequena participação em uma empresa e pode ter ganhos com a valorização do ativo ou com eventuais proventos distribuídos.

Para quem está no começo da jornada, entender o que é a bolsa de valores e como funciona é o primeiro passo para tomar decisões mais conscientes e construir uma estratégia alinhada aos seus objetivos.

E saiba desde já que investir na bolsa de valores pode ser mais simples do que parece. Na prática, as exigências para fazer aplicações em renda variável são poucas. Confira a seguir.

Como começar na bolsa de valores?

As cinco etapas básicas são:

  1. Tenha uma conta ativa em um banco ou em uma corretora de valores com acesso à bolsa;
  2. Faça a avaliação de seu perfil de investidor para entender os tipos de aplicações mais adequados conforme sua tolerância ao risco;
  3. Cadastre a sua conta bancária para transferências;
  4. Disponibilize uma parte do seu orçamento para a aplicação;
  5. Garanta a regularização do seu CPF.

Dessa forma, você consegue acessar o home broker (plataforma de negociação da bolsa) para escolher o ativo de sua preferência.

Contudo, antes de aprender como investir na bolsa de valores, é aconselhável conhecer bem os produtos de renda variável e estar ciente dos riscos desse mercado, que tem um potencial não só para ganhos, como também para perdas.

Quais são os principais produtos da bolsa de valores?

São as ações, que representam fatias de empresas, e os Fundos Imobiliários (FIIs). Existem também os Fundos de Índice (ETFs), que replicam índices do mercado financeiro, além de títulos de renda fixa (como debêntures) e os contratos futuros, voltados para a proteção cambial e a especulação de commodities.

Cada produto tem características próprias de retorno, risco e liquidez. Nesse contexto, liquidez significa a facilidade de comprar ou vender um ativo no mercado, mas não deve ser confundida com a indicação de que o investimento é adequado para o curto prazo. Para facilitar a compreensão de como começar na bolsa, leia uma comparação dos principais tipos de investimentos da B3.

Produtos financeiros
Ações
ETFs
FIIs
BDRs
O que são?
Cotas de uma empresa.
Fundo que replica um índice do mercado.
Fundo que investe no mercado imobiliário.
Certificado representativo de empresas estrangeiras.
Rendimento
Valorização e dividendos.
Conforme o índice replicado.
Dividendo mensal e valorização.
Valorização e eventuais proventos.
Liquidez
Em geral, alta, mas depende de cada papel.
Em geral, alta, mas depende de cada papel.
Em geral, alta, mas depende de cada papel.
Em geral, média, mas depende de cada papel.

Porém, é importante ressaltar que cada ativo deve ser analisado individualmente antes da tomada de decisão. Confira a seguir detalhes desses produtos.

Ações

Ações são as cotas de empresas que abriram seu capital para acelerar a captação de investimentos. Diariamente, esses ativos passam por oscilações de preço e podem valorizar ou desvalorizar. Logo, cabe a você acompanhar essa variação e tomar decisões sobre a compra e venda.

Existem diversos tipos de ações no mercado, como:

  • Ações ordinárias (ON), que dão aos investidores poder de voto e de participação nas decisões da companhia;
  • Preferenciais (PN), que garantem preferência na distribuição de lucros e de outros benefícios, mas não dão direito ao voto.

E, de acordo com o tipo de ação e da empresa, é possível receber uma renda relativa à distribuição de dividendos, que é uma parcela dos lucros da companhia repassada aos acionistas, de forma proporcional ao valor aplicado.

Cabe destacar que a frequência e o valor dos dividendos variam conforme os resultados da empresa e sua política de distribuição de lucros. Por isso, embora esses pagamentos possam complementar o retorno do investimento, não são uma renda garantida e não eliminam os riscos de desvalorização das ações.

Exchange Traded Funds (ETFs)

Os Exchange Traded Funds, Fundos de Índices ou ETFs são fundos de investimento que buscam replicar os resultados de índices do mercado de ações.

Por exemplo, o iShares Ibovespa Fundo de Índice (BOVA11) é um ETF que foca em refletir o desempenho do Ibovespa, indicador de performance do mercado acionário brasileiro.

Nesse tipo de ETF, de gestão passiva, o gestor não escolhe ações com o objetivo de superar o índice. Em vez disso, administra a carteira para manter uma composição igual ou semelhante à do Ibovespa, respeitando a participação de cada ativo no índice e fazendo os ajustes necessários para acompanhar suas mudanças. Assim, o objetivo é obter um desempenho próximo ao do indicador de referência. Já a liquidez desse ativo depende do volume médio de negociação, e uma quantidade grande representa maior liquidez.

Os ETFs também ganharam espaço entre os investidores pessoa física. No primeiro trimestre de 2026, por exemplo, o número de participantes cresceu 35% em um ano, chegando a 823,4 mil, enquanto o valor em custódia avançou 72% e atingiu R$ 31,1 bilhões, segundo a B3.

Leia também: Ações ou ETFs: quantas é possível comprar ou vender?

FIIs

Os Fundos de Investimento Imobiliário ou FIIs permitem ao investidor fazer aplicações em ativos associados ao mercado imobiliário.

Em outras palavras, são fundos que usam recursos em um investimento conjunto nesse mercado, como a aquisição e manutenção de prédios comerciais, shoppings centers ou galpões.

Antes de aprender como investir na bolsa de valores, é importante saber que existem diversos tipos de FIIs, como o de tijolo, que investe em imóveis físicos, e o de papel, que foca a compra de papéis associados ao mercado imobiliário. Há ainda os híbridos, que são fundos que misturam papéis e imóveis na mesma carteira.

Uma das vantagens desse tipo de investimento é a possibilidade de receber uma renda mensal, referente aos aluguéis ou à valorização dos imóveis.

BDRs

Os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) são certificados de depósito de valores mobiliários emitidos no Brasil que representam ativos negociados no exterior. Ou seja, são uma forma de investir indiretamente em companhias de outros países.

Esses papéis englobam diferentes tipos de risco, como o de mercado, relacionado às questões econômicas e setoriais; e o de crédito, relativo à capacidade de pagamento do emissor.

Mas uma preocupação específica da exposição ao mercado estrangeiro é o câmbio: os BDRs são negociados em reais, mas representam um valor negociado em outro país, na moeda local.

Esses certificados são negociados em bolsa e, para vendê-los, o investidor precisa encontrar interessados em comprar seu investimento. Então, a liquidez pode variar de acordo com o momento e o ativo.

Além de conhecer os produtos financeiros, vale entender algumas das estratégias básicas para começar a investir na bolsa sozinho.

Quais são as estratégias básicas para começar na bolsa?

Antes de escolher uma estratégia para investir na bolsa, é importante considerar a diversificação da carteira. Em vez de ser uma estratégia isolada, ela funciona como um princípio de gestão de riscos que pode acompanhar diferentes formas de investir.

Na prática, diversificar significa evitar a concentração excessiva dos recursos em uma única empresa, setor ou tipo de ativo. Um investidor que compra ações, por exemplo, pode buscar exposição a diferentes segmentos da economia. Já quem investe em FIIs pode distribuir os recursos entre fundos com diferentes estratégias e segmentos imobiliários. Isso não elimina a possibilidade de perdas, mas reduz a dependência do desempenho de uma única posição.

A partir dessa base, existem diferentes estratégias para selecionar e manter os investimentos. Entre elas estão buy and hold, investimento com foco em dividendos e growth investing. Entenda as diferenças.

Buy and hold

É uma tática utilizada por grandes investidores acostumados a lidar com volatilidade. Como o nome sugere, tal estratégia propõe um investimento em que se compra e mantém o ativo.

O objetivo do buy and hold é aproveitar, a longo prazo, sua valorização e o recebimento de proventos, benefícios distribuídos aos acionistas pelas companhias.

Por outro lado, essa estratégia pode significar também aguentar variações significativas a curto prazo, o que demanda capital, controle emocional e conhecimento do mercado.

Dividendos

Os dividendos são uma parte do lucro da companhia distribuída aos acionistas de modo proporcional ao número de ações ou cotas adquiridas.

É considerada uma forma de renda para investidores, mas é preciso destacar que a decisão de repasse aos acionistas é feita pela empresa, que considera seu desempenho e estratégia. Assim, quando a companhia precisa financiar uma expansão, investir em novos projetos, reduzir dívidas ou reforçar o caixa, pode chegar um momento em que prefira reinvestir os lucros em vez de distribuí-los.

A forma mais inteligente de aproveitar essa estratégia é reinvestir os dividendos recebidos ao longo do tempo, o que cria uma “bola de neve positiva” de rendimentos.

Growth investing

O growth investing, ou investimento em crescimento, concentra-se em empresas com perspectivas de expansão acima da média, seja pelo aumento das receitas e dos lucros, pela entrada em novos mercados ou pelo desenvolvimento de produtos e serviços.

Diferentemente de uma estratégia focada na geração de renda, empresas em forte expansão podem distribuir poucos dividendos ou nenhum, já que parte relevante dos recursos pode ser reinvestida no próprio negócio.

O potencial de crescimento também deve ser analisado junto aos riscos. Expectativas elevadas podem estar refletidas no preço das ações, e resultados abaixo do esperado podem provocar oscilações relevantes. Por isso, é importante avaliar tanto as perspectivas da companhia quanto seus fundamentos e o preço do ativo.

Independentemente da estratégia escolhida, diversificação, conhecimento dos ativos, objetivos e perfil de risco devem orientar a construção da carteira. Para quem está começando, também pode fazer sentido investir gradualmente enquanto ganha experiência com o funcionamento da renda variável.

Agora, entenda como colocar esse planejamento em prática e comprar ações na bolsa.

Como comprar ações na bolsa?

Abra uma conta em uma corretora ou instituição financeira, transfira os recursos e acesse o ambiente online de negociação. Escolha o ativo, defina a quantidade, informe o preço e envie a ordem de compra. Antes de confirmar, verifique os custos, a liquidação e as características do lote negociado.

Entenda detalhes dessas etapas.

  1. Abra a conta e transfira os recursos: escolha uma instituição financeira autorizada, conclua o cadastro e disponibilize na conta o valor que pretende investir.
  2. Escolha a ação: acesse o ambiente de negociação e pesquise o ticker do ativo. Antes de investir, avalie aspectos como fundamentos da empresa, liquidez e riscos.
  3. Defina a quantidade e envie a ordem: escolha quantas ações deseja comprar, considerando o lote padrão ou o mercado fracionário. Depois, informe o ticker, a quantidade e o preço da ordem e confirme a operação.
  4. Confira a execução e os custos: acompanhe se a ordem foi executada e a liquidação da operação. Considere também taxas, tributação e outras despesas que podem afetar o retorno do investimento.]

Depois de entender como comprar ações, é importante conhecer os custos envolvidos. Afinal, taxas e impostos podem impactar o resultado final do investimento e devem entrar no seu planejamento antes de operar na bolsa.

Aprenda mais: Entenda como avaliar os riscos de um investimento

Quais são as taxas e os custos ao investir na bolsa?

Os mais comuns são:

  • Taxa de corretagem: pode ser cobrada pela instituição financeira em cada operação de compra ou venda, conforme as condições oferecidas;
  • Taxa de custódia: está relacionada à manutenção e à guarda dos ativos, e muitas instituições oferecem isenção;
  • Emolumentos: tarifas cobradas pela B3 sobre determinadas operações de compra e venda de ativos;
  • Impostos: o IR pode incidir sobre os ganhos obtidos em determinadas operações. As regras e alíquotas variam conforme o tipo de investimento e a transação realizada.

Um ponto de atenção: todos os investimentos realizados na bolsa devem constar na declaração anual de Imposto de Renda. E, sobretudo, os ganhos provenientes dessas operações estão sujeitos à incidência de IR.

Além disso, é de responsabilidade do investidor fazer a apuração mensal via Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF).

Assim, a alíquota de IR para operações comuns é de 15% sobre o lucro para ações, ETFs e BDRs e 20% para FIIs. Já em operações de Day Trade, a taxa aplicada é de 20% sobre o lucro líquido, independentemente do valor aplicado.

Vale ainda mencionar que, no IR sobre ações, há uma isenção de até R$ 20 mil por mês.

Como reduzir riscos e tomar boas decisões na bolsa?

O conhecimento aliado à prática que gera consistência e boas decisões. Estude sobre os investimentos e produtos financeiros específicos e acompanhe os noticiários do cenário econômico. Mas cuidado para não investir por impulso por conta de recomendações de fontes não confiáveis. Foque a sua estratégia.

E o mais importante: aprender como investir na bolsa de valores também é uma jornada de autoconhecimento. Portanto, entenda o seu perfil de investidor, os seus objetivos de curto a longo prazo e o quanto está disposto a arriscar.

Inclusive, no blog do C6 Bank há uma categoria dedicada a conteúdos que exploram o mundo dos investimentos, o Guia do Investidor. Nessa seção, você encontra textos sobre o mercado de renda variável, como comprar ações e como montar sua carteira e lidar com a volatilidade.

Como investir na bolsa de valores pelo C6 Bank?

Confira o passo a passo:

  1. Abra uma conta no C6 Bank e acesse o C6 Invest;
  2. Faça o seu teste de perfil de investidor;
  3. Escolha o produto mais interessante, como ações, FIIs, ETFs, fundos e muito mais;
  4. Determine a quantidade desejada do ativo e confira todas as informações;
  5. Pronto. Você já estará na bolsa, sem taxa de corretagem ou de custódia sobre os seus investimentos no Brasil.

O C6 Invest é uma plataforma de investimentos intuitiva e prática para ajudar investidores iniciantes ou experientes a investir com transparência, facilidade e segurança.

Agora que você já sabe o básico sobre como investir na bolsa de valores, deve ter notado que, para começar, basta se dedicar aos estudos. Todos podem aproveitar esse espaço de negociação, mesmo com pouco dinheiro, uma vez que existem ativos para todos os perfis.

No entanto, contar com uma plataforma simples e completa para explorar as oportunidades, fazer sua seleção e operar nesse mercado é um diferencial.

Conheça todas as facilidades do C6 Invest, invista em renda variável e acompanhe a evolução dos seus investimentos em poucos cliques.

FAQ

Entenda mais sobre a bolsa de valores com algumas das principais dúvidas:

Preciso de muito dinheiro para começar?

Não, você pode começar a investir na bolsa com valores relativamente baixos, conforme o ativo escolhido. O mercado fracionário, por exemplo, permite comprar ações em quantidades menores que o lote padrão. Ainda assim, o ideal é investir de acordo com seu orçamento, perfil de risco e objetivos financeiros.

Investir em ações é arriscado?

Sim, porque as ações são ativos de renda variável e seus preços podem subir ou cair conforme fatores econômicos, políticos, setoriais e específicos de cada empresa. Por isso, antes de investir, avalie sua tolerância a perdas, diversifique a carteira e escolha ativos compatíveis com seus objetivos.

Como escolher ações?

Avalie a empresa, seus fundamentos, o setor de atuação, os resultados mais recentes, as perspectivas e os riscos. Também observe a liquidez e o preço do ativo, além de verificar se é compatível com sua estratégia e perfil. Consultar informações oficiais e evitar decisões baseadas apenas em recomendações é fundamental.

Quando pago IR na bolsa?

O Imposto de Renda pode incidir sobre os ganhos conforme o tipo de ativo e a transação.  Nas operações de swing trade com ações no mercado à vista, que é quando a compra e a venda acontecem em pregões diferentes, a alíquota é de 15% sobre o ganho líquido, observadas as regras de isenção aplicáveis. Já nas operações de day trade, em que a compra e a venda do mesmo ativo acontecem no mesmo dia, a alíquota é de 20% sobre o ganho líquido.

Nos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), o ganho líquido obtido com a venda de cotas é tributado à alíquota de 20%. As regras para os rendimentos distribuídos pelos fundos são diferentes e devem ser analisadas separadamente.

Quando houver imposto a pagar, cabe ao investidor fazer a apuração e o recolhimento via DARF até o último dia útil do mês seguinte ao da operação que gerou o ganho tributável.

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não configura recomendação de investimento. Antes de tomar qualquer decisão, avalie seu perfil de investidor e, se necessário, consulte um profissional certificado.

Informações sobre os produtos e serviços do C6 Bank vigentes na data da postagem deste texto. As regras e condições de cada produto e/ou serviço podem ser posteriormente alteradas. Consulte os termos vigentes no momento da contratação pelo app.


Equipe C6 Bank

O blog do C6 Bank reúne conteúdos sobre finanças conectados ao dia a dia, com temas como planejamento financeiro, investimentos, economia, produtos e assuntos para empresas e MEIs, e apoia a tomada de decisões sobre o uso do dinheiro.

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