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Como não cair em golpes? Dicas de segurança

Aprenda novos métodos para garantir sua segurança, evitando fraudes que podem trazer sérios prejuízos

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como não cair em golpes | mão segurando um celular android em um escritório
Entenda como não cair em golpes.

A era digital, apesar de facilitar a comunicação e as transações financeiras, também exige muita atenção. Golpes que acarretam prejuízos financeiros e pessoais estão cada vez mais frequentes e diversos, com cibercriminosos atualizando suas práticas conforme a tecnologia avança.

Para evitar grandes perdas, especialmente financeiras, é necessário manter-se sempre informado a respeito das fraudes mais comuns e meios de proteção mais recomendados. Neste texto, vamos abordar as principais características dos golpes da atualidade e compartilhar dicas valiosas sobre como você pode se proteger ainda mais.

A seguir, descubra os tópicos do post, ponto a ponto:

  • O que são golpes?
  • Quais são os tipos de golpes mais comuns?
  • Como não cair em golpes e fraudes?
  • Como denunciar golpes?

Leia outras publicações relacionadas ao assunto, para se aprofundar ainda mais no tema:

O que são golpes?

Os golpes são meios ilegítimos usados por criminosos para tirar algo valioso da vítima, geralmente resultando em perdas financeiras. Na atualidade, esse tipo de fraude assumiu diferentes formas e não se limita apenas ao contato direto.

Os golpes na internet, por exemplo, são um conjunto de métodos enganosos usados para tirar vantagem de usuários de forma remota. O uso de informação falsa é a principal característica desse tipo de ação, que pode acontecer no formato de e-mails mentirosos, sites enganosos, entre outros.

Quais são os tipos de golpes mais comuns?

Existem vários tipos de golpes que acontecem tanto na internet quanto cenários do dia a dia. Separamos alguns exemplos das fraudes comuns para facilitar seu reconhecimento:

1. Falsa central:

O golpe da falsa central é feito por meio de ligações telefônicas. Os criminosos entram em contato se passando por funcionários da instituição financeira a qual a vítima tem conta e solicitam informações sigilosas, como senhas e códigos de segurança, na tentativa de roubar dados financeiros e acessar contas bancárias.

Normalmente, os golpistas que fingem ser atendentes de bancos, informam que há alguma atividade financeira suspeita acontecendo na sua conta, e alegam que a chamada é uma tentativa de evitar prejuízos. Mas, para conseguir ajudar a vítima, pedidos incomuns e urgentes são feitos, como informações sobre número e senha do cartão e pedidos para baixar algum aplicativo.

2. Phishing:

O phishing é caracterizado pelo envio em massa de e-mails ou mensagens se passando por uma empresa, normalmente a qual os usuários mantêm relação, na expectativa de que algumas vítimas cliquem nos links que direcionam para páginas falsas onde são roubadas informações confidenciais, como:

  • Senhas;
  • Números de cartão de crédito.

3. Boleto Falso

O golpe do boleto bancário falso é aplicado por meio da criação de um boleto alterado, muito parecido com o documento legítimo. Criminosos geralmente fazem o envio por e-mail, links ou mensagens de texto, seu principal objetivo é enganar as vítimas e fazer com que paguem mais do que devem ou a um destinatário errado.

4. Golpe do WhatsApp e redes sociais:

No golpe do WhatsApp criminosos conseguem acesso à conta de WhatsApp e demais redes sociais da vítima, a partir disso, entram em contato com amigos e familiares da pessoa que estão se passando e solicitam dinheiro emprestado, conquistando o lucro por meio da falsa sensação de segurança que é transmitida.

5. Golpe da maquininha de cartão

Nesse tipo de golpe, criminosos que se passam por entregadores de delivery, motoristas de aplicativo e comerciantes alegam que a tela da maquininha está com defeito. Elesutilizam esse artifício fraudulento para obter uma vantagem financeira indevida, digitando um valor maior do que o real e obtendo lucro. E além do visor quebrado, as vítimas são insistentemente distraídas, o que dificulta a percepção do golpe.

6. Falso presente

Neste cenário, um golpista se passa por uma empresa e informa que a vítima recebeu um presente. Contudo, para recebê-lo, é preciso pagar uma taxa, tirar uma selfie e disponibilizar fotos dos seus documentos.

Um cenário de confusão é criado, onde o criminoso passa um valor maior do que o combinado na maquininha de pagamento, conquistando um lucro ilegítimo.  Além disso, ele também passa a usar as informações coletadas para aplicar novos golpes, o que faz com que a vítima comece a receber dívidas desconhecidas em seu nome e a notar valores incomuns em sua fatura.

Como não cair em golpes?

Estar sempre atento e informado é a melhor maneira para não cair em golpes. Criminosos fazem uso de métodos fraudulentos, gerando urgência e confusão nas vítimas. Assim, quando o assunto é tratamento de dados confidenciais e transações bancárias, é fundamental se atentar a todos os processos, realizando-os com calma e muita cautela.

Aqui no C6 Bank, seguimos as melhores práticas internacionais e padrões de mercado para garantir a segurança dos nossos clientes. Por isso, vamos compartilhar com você dicas para proteger da melhor forma suas informações e seu patrimônio:

1. Nunca compartilhe senha, códigos de segurança e dados confidenciais

Para que suas informações permaneçam seguras, o mais recomendado é não as compartilhar nunca. Nem mesmo com instituições: bancos, corretoras e empresas legítimas nunca solicitarão informações pessoais ou bancárias por telefone, e-mail ou mensagens.

2. Na dúvida, não clique

Recebeu algum e-mail ou mensagem com pedidos para interagir com links ou anexos suspeitos? Na dúvida, não clique. Antes de engajar em qualquer conteúdo digital, faça todas as verificações necessárias para evitar ter suas informações roubadas.

  • E-mails: é importante prestar atenção se o texto está escrito corretamente, qual o endereço de e-mail do remetente e se ficar alerta a comunicados não personalizados, que fogem da identidade da marca ou empresa;
  • Sites: além de verificar a ortografia e gramática, bem como elementos visuais do negócio, é recomendado verificar se o endereço da página (URL) está de acordo com o oficial;

Mensagens falsas: seja por sms, WhatsApp ou chat em redes sociais, é importante desconfiar de pedidos incomuns e urgentes, como baixar algum arquivo, mesmo que a solicitação seja feita por um perfil conhecido.

3. Verifique a legitimidade de empresas e marcas

É fundamental buscar informações oficiais a respeito de empresas e marcas, especialmente com relação aos canais de atendimento. Dessa forma, é possível ter certeza que você está se falando com uma instituição verdadeira e confiável.

4. Certifique-se da autenticidade das ligações

Apesar de ser realizado por ligação telefônica, pessoas que fazem transações bancárias ou acessam serviços relacionados à conta corrente pela internet são os principais alvos do golpe da falsa central. Por esse motivo, caso o atendimento de sua instituição financeira entre em contato com você, desconfie de pedidos incomuns, especialmente relacionados a informações confidenciais.

O mais recomendado é que você busque pelos canais de comunicação oficiais listados no site ou redes verificadas – normalmente marcados por um selo de autenticidade, como é o caso do símbolo check (✓) na cor verde em mensagens oficiais de marcas no WhatsApp.

5. Confirme a identidade dos perfis on-line

Sempre desconfie de pedidos de dinheiro feito por perfis on-line, mesmo aqueles vindos de pessoas conhecidas, como amigos e familiares. Antes de fazer qualquer tipo de transação, confirme por ligação se a pessoa que está fazendo a solicitação é realmente quem diz ser.

6. Sempre confira o valor na maquininha de cartões

Antes de realizar qualquer pagamento, sempre confira o valor apresentado na maquininha de cartões. Lembre-se que empresas legitimas normalmente apresentam uma máquina em bom estado de funcionamento, evitando confundir seus clientes. Adicionalmente, não entregue seu cartão na mão de comerciantes, entregadores e motoboys, prefira ser o responsável por realizar qualquer transação em seu nome para evitar que tirem vantagem da situação.

7. Confira o logotipo de boletos bancários

Para evitar prejuízos financeiros, é importante verificar atentamente os boletos bancários:

  • Confira se o logotipo do banco que está impresso no cabeçalho do boleto corresponde ao código do banco, indicado nos 3 primeiros dígitos da linha com o número do código de barras;
  • Desconfie do código de barras falhando se apresentar espaços excessivos entre as barras ou qualquer outra alteração grosseira que não permita o reconhecimento pela leitora e o obrigue a digitar o número.

8. Use o sistema DDA

Ao fazer uso do sistema DDA (Débito Direto Autorizado), você passa a receber por e-mail todos os boletos emitidos em seu nome. Com o serviço, não há o risco do documento ser fraudado por um golpista.

9. Nunca instale aplicativos que não estejam em lojas oficiais

E-commerces legítimos geralmente estão alinhados a Lei Geral de Proteção de Dados, que regula o tratamento dos dados pessoais, inclusive nos meios digitais. Além de não baixar apps de links suspeitos, as atualizações sempre devem ser feitas pela loja de aplicativos do seu dispositivo eletrônico.

10. Crie senhas fortes para seus apps e redes

Criar senhas fortes é um ótimo método para dificultar que criminosos invadam seus aplicativos e redes sociais, e roubem seus dados pessoais ou façam transações em seu nome. Se você precisar de ajuda nesse processo, montamos um conteúdo especial com dicas fundamentais:

Como criar uma senha forte: 6 dicas

11. Não permita que desconhecidos tirem fotos suas ou dos seus documentos

Independente da justificativa apresentada, nunca permita que desconhecidos tirem fotos suas ou dos seus documentos.  

12. Mantenha-se atualizado

Estar ciente dos tipos de golpes mais comuns e as técnicas usadas pelos criminosos pode fazer com que você identifique situações de perigo e evite possíveis prejuízos financeiros e psicológicos. Para isso, não se esqueça de se informar por meio de fontes confiáveis, como notícias atuais ou site e blogs de especialistas em segurança, como é o caso do C6 Bank.

13. Faça uso de soluções de segurança

As soluções de segurança, como os populares softwares antivírus, ajudam na proteção contra hackers e cibercrimes. Elas podem evitar que links maliciosos apareçam para você, fazendo da sua navegação na internet um espaço mais seguro.

14. Atente-se as notificações das instituições financeiras

As instituições financeiras costumam enviar notificações a respeito das movimentações financeiras da sua conta bancária. É importante conferir se as transações são legítimas e alinhadas ao seu uso cotidiano. Quando algo suspeito acontecer, faça imediatamente a verificação junto aos canais oficiais de comunicação do seu banco.

15. Acompanhe seus gastos

Outra conferência importante é a do seu extrato bancário. Ao acompanhar seus gastos diários, é possível manter o controle das suas finanças e perceber rapidamente quando alguma coisa está errada. Esse acompanhamento ainda vai ajudar muito a ter um controle mais próximo de seu orçamento.

16. Faça uso do cartão virtual em compras on-line

Além de sempre verificar se o site em que está fazendo compras é seguro, usar o cartão virtual durante as transações on-line é uma opção ainda mais segura. Isso porque você evita disponibilizar os dados originais do seu cartão de crédito, no lugar, basta informar a numeração do cartão virtual e o seu CVV, que são dinâmicos e atualizados continuamente.

17. Escolha bancos e instituições financeiras seguros

Na hora de abrir uma conta bancária para você ou sua empresa, pesquise a confiabilidade das instituições financeiras. Pesquise, além dos benefícios e preferências de uso, aquelas que oferecem soluções de segurança para manter seu dinheiro protegido.

Nós do C6 Bank, por exemplo, disponibilizamos uma série de recursos de segurança exclusivos:

  • Locais seguros: funcionalidade que limita a consulta do saldo dos seus investimentos e suas transferências a um ou mais endereços de confiança cadastrados no app;
  • Compartilhamento de localização: facilita o rastreio de movimentações, operações e transferências atípicas;
  • Biometria facial: garante que a pessoa mesmo quem está acessando e movimentando sua conta, por meio da validação da sua selfie;
  • Aproxime e pague: permite habilitar e desabilitar a função de pagar por aproximação dos cartões físicos sempre que quiser;
  • Bloqueio e desbloqueio de cartão: bloqueio e desbloqueio temporário do cartão via aplicativo de forma ágil;
  • Contatos seguros: funcionalidade que limita as transferências noturnas acima de R$ 1 mil a contatos seguros cadastrados no app;
  • Limites de uso: possibilita que um limites de uso para transferências noturnas e diurnas, adequando-os ao perfil de uso de cada um.

Como denunciar golpes?

Se você acredita que foi vítima de um golpe, é importante agir rapidamente para minimizar prejuízos financeiros e danos pessoais. Entre imediatamente em contato com seu banco pelos canais oficiais de atendimento da sua instituição financeira para bloquear os seus dispositivos, cartões e trocar suas senhas.  

Logo depois, é essencial contatar as autoridades para receber orientações de um profissional adequado e fazer um boletim de ocorrência. Além disso, é importante avisar pessoas próximas sobre a fraude para que eles também possam se proteger.

Coloque o que aprendeu em prática

Neste texto, falamos sobre como a internet é um espaço que traz praticidade para o dia a dia, mas que exige muita atenção para não cair golpes e fraudes. Com as dicas de segurança que trouxemos aqui, você pode criar boas estratégias para manter seus dados e conta bancária sempre protegidos. Não esqueça de continuar se informando, já que os cibercrimes estão em constante mudança e tomando novas formas.

Abaixo, separamos mais conteúdos que podem ajudar na prevenção contra fraudes:

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Informações sobre os produtos e serviços do C6 Bank vigentes na data da postagem deste texto. As regras e condições de cada produto e/ou serviço podem ser posteriormente alteradas. Consulte os termos vigentes no momento da contratação pelo app.