Entenda como deixar a experiência de fazer um Pix mais segura e reduzir as preocupações sobre sua conta
Atualizado em


Natália Maruyama
Tempo de leitura · 5 min
Publicado em
7 de junho de 2022
O Pix já virou parte da rotina dos brasileiros. Ele é usado para pagar um amigo, dividir a conta do restaurante ou fazer compras de forma rápida, a qualquer hora do dia. Justamente por ser tão prático e popular, é importante ter alguns cuidados básicos para manter seu dinheiro seguro.
A boa notícia é que não é preciso entender de tecnologia para se proteger. Neste texto, saiba como atitudes simples no dia a dia transformam o uso do Pix com muito mais tranquilidade.
Este conteúdo faz parte de uma iniciativa de educação financeira do C6 Bank voltada a pessoas inseridas em contexto de imaturidade digital, com o objetivo de apoiar a construção de hábitos mais saudáveis e sustentáveis no dia a dia.
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Sim, o Pix é seguro. Ele foi criado pelo Banco Central, que define regras de funcionamento e monitora as transações. Além disso, todas as operações ficam registradas, o que ajuda a identificar movimentações suspeitas.
Isso significa que o sistema foi pensado para ser confiável no dia a dia. Instituições como a Febraban também reforçam que o Pix segue padrões de segurança semelhantes aos de outras transações bancárias.
Mas existe um ponto importante: a segurança não depende só da tecnologia. Ela também está nos hábitos.
Pequenos cuidados no dia a dia ajudam a evitar problemas e deixam suas transações mais seguras. Saiba como aplicar isso na prática:
Uma dica importante é nunca usar a mesma senha do banco em outros aplicativos, sites de compras ou serviços de internet.
Também não se deve anotar as senhas do aplicativo bancário em blocos de notas, e-mails, mensagens de WhatsApp ou em outros locais do celular. Afinal, o bandido estará com o aparelho e poderá achar a senha anotada.
Além disso, não ative as funções ‘lembrar/salvar senha’ do navegador ou site.
De endereços a dados sensíveis e redes sociais, o celular pode conter registros de tudo o que acontece. Por isso, proteger o aparelho é um dos passos mais importantes.
Algumas medidas simples ajudam muito:
Assim, em casos de perda ou roubo do celular, o acesso às suas informações fica muito mais difícil.
Uma senha estratégica faz toda a diferença.
Evite:
Prefira combinações com letras e números.
Exemplo:
Outro ponto importante: nunca salve sua senha em bloco de notas, e-mails ou mensagens no próprio celular.
Sabe aquele Wi-Fi de café, shopping ou aeroporto? Ele pode ser prático, mas não é o mais seguro para transações financeiras. Isso porque várias pessoas estão conectadas à mesma rede.
Sempre que possível, prefira usar a internet do próprio celular (4G ou 5G) ao acessar o aplicativo do banco ou fazer transferências.
Antes de confirmar um Pix, pare alguns segundos e revise as informações.
Verifique:
Isso é importante porque o Pix é instantâneo. Ou seja: depois que o dinheiro é enviado, pode ser mais difícil corrigir um erro. Ah, e tenha muita atenção às telas que podem surgir como alertas antes de uma transferência. Isso pode ser um sinal de que algo está fora do habitual.
As notificações ajudam a acompanhar tudo o que acontece na conta.
Sempre que uma transação é realizada, é recebido um aviso. Isso permite identificar rapidamente qualquer movimentação desconhecida.
Se algo parecer estranho, é possível agir na hora, ao entrar em contato com o banco.
Golpistas costumam criar situações de urgência para fazer agir sem pensar.
Alguns exemplos comuns:
Nesses casos, o melhor caminho é simples: pare e confirme. Entre em contato com a pessoa por outro meio antes de fazer qualquer transferência.
Se acontecer algum problema com um Pix, o mais importante é agir rápido, isso pode aumentar as chances de resolver a situação.
O primeiro passo é entrar em contato com o banco pelos canais oficiais, como aplicativo, chat ou telefone. Explique o que aconteceu e, se possível, informe os dados da transação, como valor, data e chave Pix utilizada.
Em casos de erro (por exemplo, envio para a pessoa errada), o banco pode orientar sobre os próximos passos e tentar intermediar a situação.
Se houver suspeita de golpe ou fraude, é ainda mais importante avisar imediatamente. Existe também o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado pelo Banco Central. Ele é usado em situações específicas, como fraudes, e permite que os bancos tentem recuperar o dinheiro transferido.
É importante lembrar que o MED não garante a devolução em todos os casos, mas é um recurso que pode ajudar.
Usar o Pix com segurança não precisa ser complicado. Com cuidados simples, como conferir dados, proteger o celular e evitar decisões por impulso, já é possível reduzir bastante os riscos no dia a dia.
Conte com ferramentas disponíveis no aplicativo do C6 Bank, que ajudam a acompanhar movimentações, ajustar limites e manter o controle das suas transações.
Quer se proteger ainda mais? Leia outros conteúdos que podem te ajudar a ficar atento a golpes e usar o celular com mais segurança:
Informações sobre os produtos e serviços do C6 Bank vigentes na data da postagem deste texto. As regras e condições de cada produto e/ou serviço podem ser posteriormente alteradas. Consulte os termos vigentes no momento da contratação pelo app.

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