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Como levar dinheiro para Europa em sua próxima viagem internacional?

Há várias formas de levar dinheiro para o exterior: dinheiro em espécie, cartão de crédito, pré-pago ou por meio de uma conta internacional

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mulher vestindo roupas modernas sentada em sofá sorrindo após descobrir como levar dinheiro para europa em viagens internacionais

É possível levar dinheiro para a Europa de várias maneiras – em espécie, no cartão de crédito internacional, cartão pré-pago ou em uma conta internacional. Cada uma dessas formas tem vantagens e desvantagens próprias, e a escolha de qualquer uma delas também precisa ser pensada a partir do planejamento de seus objetivos.

Nesse post, vamos explicar como você pode usar cada um desses métodos para levar dinheiro para o exterior, bem como ajudar você a entender em que situação é melhor escolher cada um deles.

Você irá aprender:

  • Qual a melhor maneira de levar dinheiro para a Europa?
  • 1. Dinheiro em espécie
  • 2. Cartão pré-pago 
  • 3. Cartão de crédito internacional
  • 4. Conta internacional
  • Vale a pena levar dólar para a Europa?

Gostaria de ler outras matérias sobre viagens internacionais? Confira essas que separamos para você:

Qual a melhor maneira de levar dinheiro para a Europa?

Depende. Para decidir como levar dinheiro para Europa, você precisará considerar fatores como o destino da viagem, a moeda em circulação no país, quanto tempo você pretende passar no local, se visitará outros países durante a estadia, com o que planeja gastar.

Além disso, entram também despesas essenciais, como hospedagem, alimentação e transporte, que podem influenciar na opção escolhida. Por fim, inclua na análise eventuais taxas e impostos, bem como a burocracia envolvida nos procedimentos exigidos.

Para facilitar, iremos falar de forma mais detalhada sobre 4 das formas mais populares de levar dinheiro para o exterior, a seguir. Confira:

1.      Dinheiro em espécie

Uma das maneiras mais comuns de levar dinheiro para Europa e para o exterior de forma geral. Para estadias curtas, como é o caso de muitas viagens de trabalho, por exemplo, o dinheiro vivo pode ser uma escolha bastante prática.

Como vantagens dessa alternativa, é possível citar a maior organização que ela é capaz de proporcionar. Ao deixar seu dinheiro em espécie, você consegue definir quantias limite para serem gastas em um dia, o que evita gastos desnecessários.

Além disso, embora isso esteja se tornando cada vez menos frequente com o passar dos anos, ainda existem estabelecimentos que não passam compras em cartão. Nesse sentido, o dinheiro vivo também ajuda a evitar imprevistos, sendo positivo ter algum volume em mãos.

Destacamos, também, uma vantagem tributária dessa alternativa: a menor incisão do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Esse tributo, para compras feitas com cartão de crédito, débito ou pré-pago no exterior, conta com uma alíquota de 6,38% sobre a operação. Ao somar todas as suas despesas lá fora, o IOF pode assumir um peso considerável no seu orçamento.

Por outro lado, se você está pensando em levar dinheiro para Europa em espécie, saiba que também existem desvantagens. Usando dinheiro em espécie você não se livra totalmente do imposto, mas reduz o impacto dele no seu planejamento. Isso porque, para operações de câmbio, a alíquota é de 1,10%, um valor consideravelmente menor. Vale lembrar, no entanto, que esse formato é feito em câmbio turismo, que é mais caro que o comercial.

Outro ponto de atenção diz respeito a quanto dinheiro você pode levar para a Europa. Por lei, só é permitido sair do Brasil portando até R$ 10.000 – ou valor equivalente em outra moeda – em dinheiro vivo. Valores acima desse precisam ser declarados à Receita Federal, o que também deve ser levado em consideração durante o planejamento, dependendo da quantia que você pretende levar.

Por fim, é necessário mencionar a questão da segurança. Caso você seja assaltado, roubado ou simplesmente perca dinheiro em espécie, não é possível recuperá-lo depois.

2.      Cartão pré-pago

Cartões pré-pagos funcionam de maneira similar aos já conhecidos celulares pré-pagos. Basicamente, você precisa recarregá-los antes do uso, o que pode ser feito de forma on-line ou mesmo em algumas casas de câmbio.

No que diz respeito a como levar dinheiro para Europa, eles são uma alternativa prática e mais segura do que o dinheiro em espécie – embora permitam que você faça saques em praticamente qualquer lugar, caso você precise do dinheiro na mão.

Mesmo que ele seja roubado, você pode pedir o bloqueio do cartão, diferentemente do que acontece com as notas e moedas.  Além disso, cartões pré-pagos estão disponíveis tanto com função de crédito quanto de débito.

Em relação às desvantagens dessa opção, todavia, há três principais: a primeira é o já citado IOF. Como explicamos anteriormente, o imposto aplica uma alíquota de 6,38% sobre operações feitas com cartões no exterior, e o pré-pago não é exceção à regra.

Outro ponto: os saques também podem ser alvo de cobrança, dependendo da operadora. Por fim vale ressaltar que nem todo estabelecimento aceita essa modalidade de pagamento, haja vista que ela não está entre as mais usadas atualmente.

3.      Cartão de crédito internacional

O cartão de crédito, por sua vez, pode ser uma ferramenta muito conveniente na hora de ir às compras. Também muito prático e seguro, ele é aceito na maior parte do comércio ao redor do mundo, trazendo um grande conforto para quem o escolhe.

Há, no entanto, dois pontos que devem ser levados em consideração. O primeiro é, mais uma vez, o IOF e a sua alíquota de 6,38% sobre cada transação feita com o cartão. Já o segundo diz respeito à própria natureza do cartão de crédito, em que o pagamento é feito a prazo.

Como o dinheiro não é imediatamente debitado da conta, isso pode causar uma falsa impressão de estabilidade nas finanças que, por sua vez, é capaz de levar a um maior descontrole nos gastos. Ao final do ciclo da fatura, você pode ser pego de surpresa por um valor alto – e, caso não consiga pagar, pode acabar se endividando.

Adicionalmente, considerando que estamos falando sobre como levar dinheiro para viagem internacional, esse é um ponto de atenção redobrada, pois os gastos serão cobrados a partir da cotação do dólar. Em momentos de instabilidade cambial, isso pode ser bastante perigoso, especialmente ao se levar em conta que a cotação usada é a do dia do pagamento da fatura, não da compra em si.

4.      Conta internacional

A conta internacional é uma forma de levar dinheiro para Europa conciliando o conforto de um cartão com uma menor incisão do IOF. No C6 Bank, esse tipo de conta tem nome: Conta Global.

Funciona da seguinte forma: você usa a sua conta corrente comum para transferir o valor desejado – em reais – para a conta internacional, onde o valor enviado é convertido em euro (ou dólar, dependendo da modalidade escolhida). Em seguida, nós enviamos um cartão de débito internacional para você que pode ser utilizado sem sofrer incisão do IOF nas compras feitas.

O imposto, nesse caso, é cobrado apenas sobre o câmbio com natureza de disponibilidade para uma conta no exterior, com a alíquota de 1,10%. Daremos um exemplo a seguir para facilitar a visualização da economia que a Conta Global proporciona.

Imagine que você gastou R$ 1.500 no cartão de crédito em uma compra feita no exterior. A alíquota aplicada, nesse caso, seria de 6,38%. Isso significa que o valor do IOF pode ser deduzido a partir do seguinte cálculo:

R$ 1.500 x 6,38% = R$ 95,70

Já se você usar um cartão da Conta Global, o imposto indireto sobre essa transação é consideravelmente menor, haja vista que a alíquota aplicada é a do câmbio:

R$ 1.500 x 1,1% = R$ 16,50

Fazendo a mesma compra utilizando a Conta Global, você conseguiria economizar quase R$ 80. Dependendo do seu orçamento para uma viagem internacional, essa diferença tende a ser ainda mais considerável.

Essa não é a única vantagem da conta internacional do C6 Bank: além disso, também é possível manter depósitos em dólar ou euro e fazer o câmbio sempre que precisar, além de ter a disponibilidade de remessas 24h por dia, diretamente do app e sem burocracia. E mais: a conversão é feita pela cotação oficialmais barata do que a praticada nas casas de câmbio, além de ser feita em câmbio comercial, mais barato que o turismo.

A boa notícia é que, para abrir a sua Conta Global, o procedimento é muito simples. Confira o passo a passo abaixo:

  1. Na página inicial do app do C6 Bank, toque em “Todos” no menu de acesso rápido. Em seguida, selecione “Conta Global”;
  2. Em seguida, toque em “Contratar Conta Global”;
  3. Escolha se você quer abrir a conta em dólar ou euro;
  4. Na sequência, digite sua senha transacional (a mesma do cartão);
  5. Confirme o pagamento da taxa de abertura da conta;
  6. Escolha a cor e nome a serem exibidos no seu cartão (fica a dica: na Conta Global não recomendamos o uso de apelidos);
  7. Leia com atenção o contrato e os termos de uso e, ao fim, toque em “Continuar”. Pronto!

Vale ressaltar que os seguintes casos contam a taxa zero na abertura:

  • Para quem fizer câmbio de US$ 100 ou € 100 em até o último dia do mês subsequente à abertura da C6 Conta Global. O estorno da taxa de abertura de US$ 10 será creditado em até 15 dias após a transação;
  • Para quem investe a partir de R$ 20 mil em CDBs pelo app.

Demais casos: US$ 10, cobrados uma só vez ao abrir a conta.

Para recapitular resumidamente as características de cada modalidade, preparamos uma tabela. Confira a seguir:

 VantagensDesvantagens
Dinheiro em espécie– Ajuda a limitar os gastos – Bom para viagens curtas – Ajuda a evitar imprevistos – Alíquota menor do IOF (1,1%)– Menos segurança – Câmbio é feito na modalidade turismo – Limite de R$ 10.000, precisando declarar valores maiores à Receita Federal
Cartão pré-pago– Mais praticidade do que dinheiro vivo – Pode ser recarregado on-line – Permitem saques em quase qualquer lugar – Pode ser bloqueado em caso de roubo – Disponíveis em crédito e débito– IOF mais alto (6,38%) – Saques podem ser pagos – Nem todo estabelecimento aceita
Cartão de crédito internacional– Prático e seguro – Aceito em quase todo lugar – Não depende do saldo na conta– IOF mais alto – Pode causar falsa impressão de estabilidade e levar a descontrole nos gastos – Gastos são cobrados a partir da cotação do dólar
Conta Global– IOF não incide sobre as compras feitas – Depósitos em dólar ou euro – Câmbio sempre disponível – Remessas 24h por dia – Cotação mais barata que a de casas de câmbio – Câmbio comercial– Ainda há incidênicia do IOF, embora mais baixa (1,10%)

Vale a pena levar dólar para a Europa?

Depende, mas geralmente não. Atualmente, em setembro de 2022, o dólar e o euro estão muito próximos da paridade – ou seja, um dólar vale o mesmo que um euro e vice-versa. No entanto, já houve momentos em que a moeda europeia valeu menos que a americana.

Mesmo nesses casos, não vale a pena comprar dólar no Brasil para depois trocá-los por euro, em função de tarifas e custos extras com os quais você precisa arcar toda vez que faz a compra de uma moeda – é um câmbio extra desnecessário.

No entanto, se você já tem dólares, levá-los para a Europa pode não ser má ideia, pois você conseguiria fazer a conversão diretamente de dólar para euro.

Chegamos ao final desta matéria. Sabemos que é muita informação, mas esperamos ter conseguido tirar suas dúvidas a respeito de como levar dinheiro para Europa em futuras viagens internacionais, bem como as vantagens e desvantagens de cada método.

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Informações sobre os produtos e serviços do C6 Bank vigentes na data da postagem deste texto. As regras e condições de cada produto e/ou serviço podem ser posteriormente alteradas. Consulte os termos vigentes no momento da contratação pelo app.