Entenda como o cenário econômico de 2026 pode oferecer oportunidades para investidores em busca de rentabilidade e segurança.
Atualizado em
Pedro Rodrigues
Tempo de leitura · 10 min
Publicado em
24 de fevereiro de 2026
Se você pensa em potencializar sua carteira, os melhores investimentos para 2026 estão diretamente ligados ao contexto econômico esperado para o período, marcado pela perspectiva de queda gradual da taxa Selic ao longo do ano. Segundo projeções do C6 Bank, os juros podem recuar para cerca de 13% ao ano, movimento que tende a influenciar a dinâmica do mercado.
Nesse cenário, a escolha entre os melhores investimentos para 2026 depende do perfil de investidor e da relação risco-retorno que cada pessoa aceita incorporar à carteira. A definição dos objetivos financeiros e do horizonte de tempo ajuda a orientar as decisões, permitindo analisar as alternativas disponíveis de maneira mais alinhada às expectativas individuais.
Neste artigo, você vai conhecer as principais escolhas na renda fixa e variável, além de dicas para alinhar sua carteira a seu perfil financeiro e ciclo econômico.
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Investir em 2026 exige uma leitura atenta das mudanças esperadas no ambiente econômico e de seus efeitos sobre as decisões de alocação. Após um período marcado por juros elevados e maior previsibilidade dos retornos, o cenário projetado aponta para uma transição relevante, capaz de alterar a relação entre risco e retorno nas diferentes classes de ativos.
O cenário de 2026 é marcado pela expectativa de desaceleração da inflação e pelo início do ciclo de queda da taxa Selic. As projeções do C6 Bank indicam cortes já no primeiro trimestre, com encerramento do ano em torno de 13% ao ano, em resposta a um ambiente de preços menos pressionado.
Segundo a mesma projeção, o IPCA tende a ficar abaixo de 4% ao ano durante parte de 2026, o que pode pedir a necessidade de manutenção de juros em patamares mais elevados. Assim, a política monetária permanece restritiva ao longo do período, considerando o nível ainda alto da taxa básica.
Com a expectativa de redução da taxa Selic ao longo de 2026, os investimentos indexados ao CDI tendem a apresentar queda gradual de rentabilidade, já que acompanham de maneira próxima ao movimento da taxa básica. Esse efeito se intensifica à medida que os cortes avançam ao longo do ciclo monetário.
Paralelamente, os títulos prefixados passam a refletir o novo ambiente no momento da emissão, com taxas mais baixas do que as observadas em períodos de juros elevados. Essa dinâmica altera os critérios de comparação entre prazo, previsibilidade e retorno dentro da renda fixa.
Em períodos de juros elevados, os investimentos de perfil mais conservador tendem a ganhar destaque frente aos ativos de maior risco, sobretudo pela menor oscilação e pela previsibilidade de resultados. Esse ambiente favorece estratégias defensivas e amplia o peso de instrumentos com menor exposição à volatilidade na composição das carteiras.
Com a expectativa, segundo a equipe econômica do C6 Bank, de início do ciclo de queda da Selic já no primeiro trimestre de 2026, essa relação tende a se ajustar. À medida que o custo do capital recua, os ativos de maior risco podem voltar a ganhar espaço, em linha com um cenário mais favorável à diversificação e à busca por valorização.
Mesmo com a expectativa de queda gradual dos juros ao longo de 2026, as alternativas de investimento seguem relevantes tanto na renda fixa quanto na renda variável. Nesse cenário de transição, diferentes classes de ativos podem oferecer oportunidades conforme o perfil de investidor, os objetivos financeiros e a relação risco-retorno adotada. Assim, entender como cada tipo de investimento se comporta diante desse ambiente ajuda a avaliar estratégias mais alinhadas ao momento econômico.
A renda fixa ainda oferece oportunidades atrativas para quem busca ativos menos voláteis e proteção contra a inflação com retorno real, além de alternativas que contam com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos.
Ainda assim, a decisão de investimento deve priorizar a qualidade de crédito da instituição emissora, enquanto o FGC atua como uma camada adicional de proteção em situações excepcionais. Nesse sentido, agências de classificação de risco como S&P, Fitch e Moody’s realizam avaliações da solvência das instituições financeiras, considerando indicadores como o índice de Basileia, que expressa a relação entre o capital próprio dos bancos e os riscos assumidos em suas operações, sinalizando sua capacidade de absorver perdas e preservar a estabilidade financeira.
Nesse sentido, o C6 Bank possui rating A+(bra) atribuído pela Moody’s, uma das principais agências de classificação de risco do mercado. Essa avaliação indica uma posição sólida no sistema financeiro nacional e reflete a capacidade da instituição de cumprir suas obrigações mesmo em cenários econômicos mais desafiadores.
Outras alternativas dentro da renda fixa são as LCIs e LCAs, que oferecem isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas e contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito. Além disso, CRIs e CRAs também apresentam isenção fiscal, embora não possuam a proteção do FGC. Dessa forma, a renda fixa se mantém como um espaço amplo para estruturar a carteira, no qual a escolha entre diferentes produtos deve considerar perfil de investidor, objetivos financeiros e a relação entre risco e retorno.
As taxas foram pesquisadas em 28/1/2026 e podem variar diariamente. Consulte as condições de aplicação antes de investir.
Com a projeção de queda da taxa Selic ao longo de 2026, o cenário favorece uma reorganização das carteiras de investimento. Nesse contexto, ativos de renda variável passam a ganhar relevância como forma de diversificação e exposição a estratégias de crescimento, apesar de apresentarem maior volatilidade em comparação à renda fixa.
Dessa forma, esses fundos combinam geração de renda com exposição a fatores específicos do setor.
Dessa forma, mesmo com maior volatilidade, a renda variável se mantém como um conjunto relevante de alternativas para complementar a carteira. A combinação entre diferentes ativos permite ajustar o nível de risco, ampliar a diversificação e alinhar a estratégia aos objetivos financeiros de cada investidor.
Escolher os investimentos mais adequados passa pela compreensão do perfil de investidor, dos objetivos financeiros e do horizonte de tempo de cada estratégia. A diversificação entre renda fixa e renda variável contribui para equilibrar risco e retorno, enquanto o acompanhamento profissional ajuda a alinhar as decisões ao cenário econômico.
Esse alinhamento se torna ainda mais relevante em momentos de mudança no mercado. Como destaca Shauane Sampaio, especialista em investimentos do C6 Bank:
“O cenário econômico muda ao longo do tempo, e a estratégia de investimentos precisa acompanhar esse movimento. Por isso, a análise de juros, inflação e mercado global contribui para definir uma alocação mais adequada ao perfil de cada investidor.”
Nesse processo de análise, conteúdos que acompanham mensalmente o cenário econômico ajudam a orientar ajustes na carteira. Como o Onde investir em janeiro, que apresenta a leitura do C6 Bank sobre o momento do mercado e as principais direções de alocação para o início do ano.
A partir dessa análise, identificar o próprio perfil de investidor ajuda a estruturar a carteira de forma aderente aos objetivos:
Investir em 2026 exige decisões alinhadas ao cenário de transição dos juros, à diversificação entre classes de ativos e ao perfil de cada investidor. Em um ambiente que combina renda fixa ainda relevante com maior espaço para renda variável, a execução da estratégia passa a ser tão importante quanto a escolha dos investimentos.
Nesse contexto, investir na prática significa ter acesso a uma estrutura que permita analisar o cenário, ajustar a carteira ao longo do tempo e executar decisões com agilidade. Com o C6 Invest, é possível transformar estratégia em ação por meio de recursos que facilitam a construção e o acompanhamento da carteira:
Assim, investir em 2026 vai além da escolha de bons ativos: passa pela adoção de uma plataforma capaz de apoiar o investidor em todas as etapas, da definição da estratégia à execução das decisões, com flexibilidade para se adaptar às transformações do mercado.
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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não configura recomendação de investimento. Antes de tomar qualquer decisão, avalie seu perfil de investidor e, se necessário, consulte um profissional certificado.
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